O Bairro do Pião, cortado pela estrada municipal que liga o centro de Piracaia à Cachoeira do Pião, reúne sítios, chácaras e pousadas em relevo de serra — trecho que teve pavimentação parcial recente, mas ainda conta com vias de terra em pontos mais afastados, o que exige caminhão auto-vácuo preparado para subida e piso irregular no atendimento a fossa séptica e sumidouro. A cachoeira do local, com queda d'água natural, movimenta visitação nos fins de semana e eleva o uso das poucas pousadas e chácaras que recebem hóspedes na região.
Nas margens da represa do Jaguari, a região de Canedos concentra condomínios náuticos e casas de campo com acesso à água — perfil de uso intermitente, com pico de ocupação em fins de semana e feriados, que pede atenção redobrada ao nível da fossa antes que a demanda de veraneio sature a capacidade instalada. Marinas, garagens de embarcação e infraestrutura náutica desses condomínios também geram fluxo próprio de visitantes que passa pelas fossas das áreas comuns, quando existentes.
A zona rural de Piracaia, com chácaras, sítios e propriedades de produção agropecuária espalhadas pelo entorno do perímetro urbano, segue majoritariamente fora da rede coletora de esgoto — cenário coerente com o índice de cobertura sanitária do município, que fica abaixo da média do estado de São Paulo. Nessas propriedades, fossa séptica e sumidouro bem dimensionados, com esgotamento periódico, são a solução sanitária de referência.